Pesquisar este blog

BEM VINDOS, FIQUEM TODOS A VONTADE PARA LER !


"O SABER DA VIDA "

SÓ APRENDEMOS VIVENDO,
AMANDO, SOFRENDO, LUTANDO.
CRESCEMOS, DIA APÓS DIA,
APÓS OS TOMBOS DA VIDA.
CAÍMOS, MAS SEMPRE
LEVANTAMOS MAIS FORTES,
PARA SEGUIR ADIANTE ESTA
JORNADA QUE É A VIDA....!!!

FELICIDADE VOCÊ A QUER?
BUSQUE-Á, ALMEJE-Á,
ELA ESTÁ BEM PERTO....
PARA AQUELES QUE SONHAM....
PARA AQUELES QUE VÃO ALÉM....
PARA AQUELES QUE CORREM,
SOBEM MONTANHAS, ENTRAM
NO MAR, LUTAM CONTRA A MARÉ....
MAS CHEGAM AO SEU FINAL.
SEJA UM VENCEDOR VOCÊ TAMBÉM!

"DEUS É FIEL"!

Poetisa Célia de Paula

Páginas

24/02/2012

Afinidade
Não é o mais brilhante, mas é o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
Não importa o tempo, a ausência, os adiantamentos, a distância, as impossibilidades.
Quando há AFINIDADE, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto onde foi interrompido.

AFINIDADE é não haver tempo mediante a vida.
É a vitória do adivinhado sobre o real, do subjetivo sobre o objetivo, do permanente sobre o passageiro, do básico sobre o superficial.
Ter AFINIDADE é muito raro, mas quando ela existe, não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Ela existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixam de estar juntas.

AFINIDADE é ficar longe, pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem, sensibilizam.
AFINIDADE é receber o que vem de dentro com uma aceitação anterior ao entendimento.
AFINIDADE é sentir com...
Nem sentir contra, sem sentir para...
Sentir com e não ter necessidade de explicação do que está sentindo.
É olhar e perceber.

AFINIDADE é um sentimento singular, discreto e independente.
Pode existir a quilômetros de distância, mas é adivinhado na maneira de falar, de escrever, de andar, de respirar...
AFINIDADE é retomar a relação no tempo em que parou.
Porque ele (tempo) e ela (separação) nunca existiram.
Foi apenas a oportunidade dada (tirada) pelo tempo para que a maturação pudesse ocorrer e que cada pessoa pudesse ser cada vez maior.

Autor: Artur da Távola

Nenhum comentário:

Postar um comentário